sobre o autor
“Sua estranha, agônica e forte poesia é daquelas que forçam a porta. Não as portas da percepção, somente. Mas, também, a nossa porta cotidiana o que nos remete ao ponto, à soleira, que além de estranha é familiar, na acepção de Freud. Já estivemos aqui, mas quando, como? Na vida onírica ou na vigília? Ultrapassamos este limiar ou estamos, ainda, nos preparando para atravessá-lo, ou quando lemos o que você diz, a travessia está sendo feita, ato contínuo, e nos levando para dentro de uma casa que nos escapa ao mesmo tempo que nos detém?” – Armando Freitas Filho
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> prosa, poesia, diário, imagem, jogo.
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Inferno Café era o nome dos meus cadernos de anotações compulsivas, que ainda mantenho.
Diego Paleólogo

Diego,
oi querido. Aqui é o heyk. Li a minotauro carne. Chegou mais um lote dos meus livros. Vamos nos encontrar pra trocá-lo por outro número da revista?
Um abraço